1er Régiment Etranger de Génie
1er Régiment Etranger de Génie
História
Unidade de engenharia de assalto, o 1.º Regimento Estrangeiro de Engenharia foi criado em 1984 com a designação de 6.º Regimento Estrangeiro de Engenharia (6.º REG). Tornou-se o 1.º REG em 1999, quando foi criado um segundo regimento de engenharia da Legião. Cumpre missões de apoio à mobilidade, à contramobilidade e ao desdobramento de emergência. Além disso, está apto a participar diretamente no combate de contacto, nomeadamente no âmbito de operações anfíbias.
Vasta experiência operacional
Em 2003 e 2004, o regimento foi empenhado na Costa do Marfim, fornecendo companhias no âmbito do dispositivo LICORNE, e no Kosovo, onde constituiu o batalhão de engenharia (BATGEN) e, posteriormente, o batalhão de apoio. Em 2006, o 1.º REG foi empregue na Costa do Marfim e no Líbano, como prelúdio aos empenhamentos da FINUL reforçada. A partir do verão de 2007, o regimento forneceu numerosos militares para reforçar as OMLT (Operational Mentoring and Liaison Team) ou as companhias de engenharia no Afeganistão. No início de 2009, participou na Operação Épervier, no Chade. Por fim, de 1999 a 2011, guarneceu regularmente a companhia de engenharia da 13.ª Demi‑Brigada da Legião Estrangeira (13e DBLE) no Djibuti.
O 1.º REG contabiliza numerosas intervenções de caráter humanitário: os seus legionários intervieram na Somália, no Ruanda, na República Centro‑Africana, na Eritreia (MINUEE) e na Indonésia para reconstruir infraestruturas devastadas pelo tsunami de dezembro de 2004, bem como na Jordânia, em 2012, para fornecer a energia elétrica necessária aos hospitais de campanha do Serviço de Saúde. Estiveram igualmente em ação em território nacional durante as inundações do Somme, em 2001, e no Gard, em 2002, 2003 e 2005, depois, na primavera de 2010, no Var. O regimento participa regularmente no plano VIGIPIRATE. Em 2013, além da forte participação na Operação SERVAL, no Mali, o 1.º REG foi empenhado na Guiana Francesa no âmbito da missão HARPIE para combater a extração ilegal de ouro. Do mesmo modo, foram projetadas secções para o Gabão, os Emirados Árabes Unidos, a Costa do Marfim, a Polinésia Francesa e o Senegal. Desde 2014, o regimento participa também na Operação SANGARIS, na República Centro‑Africana.