Regimento de combate, o 3.º Regimento Estrangeiro de Infantaria (3e REI) está organizado em torno de quatro companhias com estruturas diferentes: uma companhia de comando e apoio (da qual dependem a SAED e o centro de instrução em floresta equatorial), duas companhias de combate e uma companhia de apoio. Além destas, o regimento dispõe de uma companhia de reserva. Em postura operacional permanente no âmbito das missões HARPIE (combate à mineração ilegal de ouro) e TITAN (proteção do CSG), o regimento pode ser projetado no subcontinente sul‑americano. Foi o caso recentemente, em setembro de 2017, para prestar assistência às vítimas do furacão Irma em Saint‑Martin. Composto tanto por legionários como por unidades do exército regular, é especializado no combate em floresta equatorial. A sua principal missão é assegurar a vigilância do CSG (Centro Espacial da Guiana) durante os lançamentos de foguetões. Nesses momentos, é desdobrado em torno do centro para proteção do local.
O 1.º Regimento Estrangeiro de Cavalaria (1er REC) foi criado em 1921, em Susa, na Tunísia, a partir de elementos das companhias montadas do 2e REI. Nessa época, a Legião Estrangeira era composta apenas por regimentos de infantaria. Foram os legionários russos que, graças à sua experiência como cavaleiros experientes, permitiram à Legião destacar‑se numa nova disciplina.